sexta-feira, 7 de setembro de 2007

MATURIDADE E A INFÂNCIA AMADURECIDA!

A história todos conhecem de cor e salteado. o que vou falar aqui é dos personagens. Afinal de contas, são eles, os personagens, que lapidam a história...boa ou má lapidação, não posso afirmar, tirem sua próprias conclusões depois do causo aqui discorrido!

Acabei de pensar sobre a possibilidade das pessoas serem realmente felizes! Mas digo de antemão, que não sou portador de nenhuma força alquimística ou coisa material qualquer que, como uma vara de condão, transforma o choro melancólico em graça, a incerteza, na certeza. Mas, por outro lado, pensando bem, temos todos uma força superior, que rege, determina, protege, examina, cria, destrói, e acima de tudo conspira...ao nosso favor! Mas a dita força, que está presente em todas as manifestações não materiais, que está intríseca no próprio vivente também é responsável por muitas transformações positivas na cadeia alimentar espiritual... a essa força Divina damos o nome de fé.
E foi por ter fé e coragem, que foi descoberto o remédio para a infelicidade...a fé em sí mesmo!
antes de ter fé em coisa qualquer, as pessoas precisam a aprender a acreditar na suas possibilidades. Precisam antes de se declarar apaixonados por outrem, de se ver como um ser apaixonado por seu corpo, sua alma, suas atitudes e sua personalidade. Ninguém ajuda ninguém, sem antes poder ajudar a sí mesmo. Não se pode amar alguém, se não ama a tí mesmo!
Ter maturidade, quando se está novo, e ter um espírito jovem mesmo não tendo mais seus vinte e poucos anos é exercício mental para poucos guerreiros. Normalmente essas duas condições, associadas a um postura correta do universo, em momento ideal, são as responsáveis pela cura, e também são ingredientes na alquimia da felicidade.
Sempre senti que a vida não me serviria prá nada, se não havesse de ser vivida. Sempre preferi 30 minutos de felicidade a levar uma vida inteira infeliz.
As grandes decisões da nossa vida, aquelas que nos levam à transformação, devem ser tomadas em momento exato...com local e data determinados. Mas não uma determinação intrísica e metafísca...tem de ser aberta, permitindo que o universo nos transfira não a doença, mas a cura! Como uma metástase, ao contrário.
Na juventude, devemos aprender sobre isso. Cultuar e cultivar valores espirituas e sentimentais. A intensidade dessa descoberta, pode formar no jovem, já aí, o futuro homem ou mulher definitivamente resolvido. Pessoas que se prendem a possessões materiais tem uma dificuldade enorme de se interagir com o universo, por isso, no futuro, admiram coisas inadmiráveis, vêem problemas onde poderiam existir soluções.
Amadurecer o pensamento na adolescência é como largar a bola de gude, para abraçar uma bola bem maior, o planeta! É como largar a boneca de pano, e abraçar um filho gerado no ventre.
Ser mãe aos 17, aos 30 ou aos 50 não tem nada de diferente, a não ser a força que se coloca para expulsar o nascente. Vejo no rosto de todas elas, grávidas de toda a idade, a mesma jovialidade e alegria da Maria, a mãe da cria Divina.

(Higino Pedro..termino os escritos amanhã)

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